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Decorar por si mesmo, é possível? Confira algumas dicas para imprimir sua própria personalidade no imóvel

Se você acha que para ter uma casa bonita precisa obrigatoriamente de um profissional de arquitetura de interiores, saiba que não é bem assim.

Contratar ajuda profissional para ter a casa dos sonhos nem sempre está dentro do orçamento. Porém, quem disse que este recurso é obrigatório para ter um lar bonito, repleto de referências e cheio de estilo? Muitas pessoas já entenderam que é possível abrir mão de um arquiteto ou decorador. E o resultado é um relacionamento único com o espaço, onde cada detalhe tem um motivo de ser.

Não dá para negar que se trata de um projeto trabalhoso, ainda que muito recompensador. Se você tem boas inspirações, um estilo próprio bem definido e tempo para garimpar e pesquisar, esse desafio é para você.

Casa vazia
Por incrível que pareça, é mais fácil partir do zero. Neste momento, saber controlar a ansiedade e ter em mente que antes de tudo tomar forma é preciso de um projeto (e isso pode levar algum tempo), é fundamental.

Em primeiro lugar, nunca mexa em elementos estruturais. Apenas um arquiteto ou engenheiro, responsáveis técnicos pela obra, podem comandar mudanças dessa natureza. Portanto, restrinja-se à questão estética.

Se precisar revestir o piso, o mercado está repleto de opções. Para as áreas sociais são recomendados revestimentos frios (como mármores e porcelanatos), enquanto ambientes íntimos requerem materiais mais quentes (como as madeiras e os laminados). Contudo, isso não é uma regra. Leve em conta a facilidade de limpeza, a manutenção que pode solicitar ao longo do tempo e as cores. Falando nelas, a regra geral é: cores claras “abrem” o espaço, ao passo em que as escuras, “fecham”.

Na hora de decidir o mobiliário, escolha artigos que tenham uma ligação entre si, ainda que não combinem à primeira vista. Essa seleção fica ainda mais fácil caso você tenha uma preferência bem definida (clássica, contemporânea, moderna, rústica, barroca, entre outras). Procure pecar pela falta, não pelo excesso, e não se esqueça de medir muito bem as áreas de circulação. Móveis soltos podem ser ótimos aliados.

Quando chegar o momento dos artigos de decoração, é muito importante selecionar peças com significado especial, para que o resultado não perca o sentido. Se gosta de livros, imagine prateleiras nas quais possa acomodá-los. Se gosta de quadros, estude as tendências de combinações possíveis nas paredes (acredite, são muitas). Se gosta de antiguidades, não pode deixar de visitar os antiquários. Eles, por si só, são fontes riquíssimas de inspiração para a arte de decorar, assim como bares e restaurantes.

Seja qual for o seu plano, não se esqueça que sua execução acontecerá sob tentativas e erros, e que eles não podem ser traumáticos a ponto de desmotivar a experimentação e diversão. Para facilitar, veja dicas fundamentais que ajudam no processo:

Mapa das cores: comece definindo as cores de sua paleta e as utilize para guiar todo o restante, de tecidos a objetos. Eleja uma cor predominante que seja atemporal e de base. Depois, crie pontos com cores secundárias (uma parede, objetos, tapetes e enxovais).

Brilho: se gosta que claridade e amplitude, invista em móveis e objetos espelhados e cromados. Eles vão muito bem em decorações contemporâneas, ainda que não sejam o ideal para quem busca sensação de muito acolhimento.

Leia a planta: não é preciso muita técnica para estudar o documento. Analise como quem “vê de cima” e marque os espaços de portas, janelas e tomadas, para evitar bloqueá-las ou suprimi-las.

Sem preguiça de andar: garimpar é essencial. E se tiver dúvidas, não hesite em conversar com um atendente profissional. Eles têm experiência e muito repertório no assunto, além de auxiliar nos cálculos quando a compra requerer quantidade (como revestimentos e pontos de luz).

Não faça tudo absolutamente sozinho: se não tiver confiança plena, não vale arriscar pintar ou instalar um papel de parede, por exemplo. Lembre-se que ter autonomia não é ser completamente independente.

Controle-se: compras por impulso quase nunca dão certo. Se gostou de algo, vale fotografar e fazer colagens nas fotos dos espaços, para ter alguma ideia do resultado. A experiência conta que é mais fácil economizar fazendo compras planejadas do que aleatórias.

Pesquise: revistas, jornais, sites, blogs, não importa. Crie uma pasta física ou no computador e guarde nela tudo o que encontrar e gostar, afinado com seu estilo e com o que imagina para a sua casa. Referências visuais são a base de tudo.

Então mãos a obra e boa sorte!