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Planta baixa: o empreendimento na sua essência

Você sabia que a planta baixa não é só aquele desenho, ilustrado ou não, que mostra a divisão de ambientes de um apartamento? Ela também é a forma de representar graficamente o empreendimento como um todo, desde a sua implantação no terreno até os seus mais variados tipos de pavimento. Por isso, a planta baixa serve como ponto de partida, tanto para análise do consumidor como para quem está envolvido no projeto e obra.

Para melhor entendimento do consumidor, a planta baixa padrão de um apartamento apresenta com exatidão as medidas de cada ambiente, além da espessura das paredes, das aberturas de portas e janelas e de uma proporção adequada entre as medidas dos ambientes e o mobiliário sugerido, além do corte padrão de 1m50cm. “Através da planta baixa ilustrada (layout com mobília), o consumidor também pode identificar onde serão colocados os pontos de elétrica, hidráulica e do ar-condicionado. É só verificar a posição indicada para os móveis, louças e eletrodomésticos assim como o rack da TV, as pias e chuveiros, o fogão e a geladeira, respectivamente”, explica Michelle Beber, arquiteta e gerente de projetos da Invespark Empreendimentos Imobiliários. “Inclusive, os projetistas complementares também usam a planta mobiliada para indicar as instalações dos pontos de água e energia conforme sugerido no layout dos apartamentos e áreas comuns, facilitando o planejamento da decoração pelos compradores”, acrescenta.

Apartamento 2 dorms – (69,19m²) Homespace Botânico

Mas como ler uma planta baixa? Michelle comenta que não existe uma regra ou receita de bolo, mas que a dica para os leigos no assunto é, primeiramente, tentar localizar a porta principal do apartamento e seguir o fluxo para entender melhor a proposta de cada ambiente e da circulação entre eles. “Além de solicitar e compreender a planta, também é importante pedir a implantação do empreendimento no terreno e, quando disponível, verificar a sua maquete com o auxílio de um corretor. O objetivo será a contextualização do imóvel para verificar, entre outros, a sua relação em relação ao sol e à vizinhança”, acrescenta a arquiteta.

Implantação – Homespace Botânico

Compactos
Uma tendência em novos empreendimentos com foco em apartamentos compactos, tipo quitinete, com 1 ou 2 quartos é, cada vez mais, ampliar a área privativa através da oferta de um maior número de áreas de uso comum. “Nestes casos, pedir para analisar a planta baixa das áreas comuns também é importante para ajudar na tomada de decisão”, destaca Michelle. Já nos apartamentos compactos de uso misto (residencial e comercial), por exemplo, é fundamental localizar os acessos à área residencial e perguntar se eles serão individualizados ou de uso comum. “Assim, surpresas indesejadas podem ser evitadas na hora da entrega das chaves”, finaliza.

Homespace Botânico